#000003 – 15 de novembro de 2019
Dois cadernos.
Laranja, sonhos a realizar.
Azul, sonhos para não esquecer.
Se Dyson, descendo da sua casa da árvore, sugere que a computação analógica será a revolução, então há que subir às árvores de novo. O digital, a informação, o software e o hardware são analogias desadequadas para o humano.
A dualidade sugere o caminho. Uma crista, numa montanha de ilusão. Quando o ar está muito rarefeito, há-que fazer as pazes com o corpo e nem é possível pensar muito. O frio atinge-nos inteiramente.
Hoje comecei o meu caminho: como o Kim Stanley Robinson, escrever todos os dias. O próximo conto, espero terminá-lo em 15 dias. Quinze hojes.