#000015 – 27 de novembro de 2019
Vou buscar o mar, como a uma memória abrupta. Mergulhar, imaginando milénios. Recordar a passagem pelo Istmo, de noite, com os meus amigos. Sentir a benção de um mar entre terra e mais terra. Aqui inverte-se a regra do mundo. Os deuses quiseram criar mil recantos. Facilmente nos escapa uma era, entre Delfos e Meteora, desde a ruína de Knossos até à invasão da Troika.