#000101 – 26 de fevereiro de 2020

Tímido e extrovertido, moderadamente nómada. Anarquista de coração, desconfiado de políticas messiânicas e apologéticas económicas. Atraído pelo que desconheço, corro demasiadas vezes o risco de falar do que não sei. Com saudade do futuro e tendência para imaginar realidades paralelas e colocar questões através de histórias sci-fi. Inábil em comunicação não verbal, valorizo mais o desporto, o sexo, a dança, o desenho e a música que os signos escritos. Intrigado pelo ato de traduzir, esse contacto de distintos mundos em que a interseção revela o que se incompreende. Escrevo. Porque a consciência gosta de um fio condutor ao silêncio.