#000114 – 10 de março de 2020
Com palavras apontamos o céu. Na lua brilham os nossos íntimos. Universos paralelos, constelações partilhadas. Galáxias que se atraem, toda a massa das nossas estrelas gira, centrípeta e urgente. Onde acabam os meus lábios, onde começam os teus dentes. Não há equações que nos reduzam.