#000115 – 11 de março de 2020
No silêncio iniciamos a dança. Um ritmo primordial nos conduz. Pulsar de lava. Cintilação. Corações como casas de farol, a desfazer a espessura do caos. De olhos fechados, sonâmbulos que se aproximam no magnetismo de um abraço. Sonhos que flutuam e sopramos ao vento, atirando um beijo ao futuro.